leonardosnicolau@gmail.com

A pascoa

No evento Êxodo, Deus se revelou na história de um povo, na caminhada precária do deserto, como o Deus que escolheu o estigma de ser o Deus de escravos e não de Faraó e seus palácios. No evento do Calvário, Deus se revelou na manjedoura de um menino, na cruz de Jesus, na forma de… No evento Êxodo, Deus se revelou na história de um povo, na caminhada precária do deserto, como o Deus que escolheu o estigma de ser o Deus de escravos e não de Faraó e seus palácios. No evento do Calvário, Deus se revelou na manjedoura de um menino, na cruz de Jesus, na forma de morte reservada para os marginais e insurretos, cuja acusação é o crime político. Portanto, se YHVH, o pai de Jesus, o traz consigo na antiguidade, o estigma de ser o Deus de escravos hebreus, Jesus o traz por ser amigo de publicanos e pecadores, um título que não agrada uma igreja mergulhada no moralismo da cultura, uma igreja empoderada economicamente, mas sem revelação do evangelho, sem ser a revelação histórica do evangelho. Jesus, no início do seu movimento, já era objeto do preconceito da sociedade de seu tempo com seus nobres “Natanael” por ser da periferia de Nazaré e não da Judéia ou Jerusalém (não dá Savassi, ou da Pampulha). Ora, sua cruz, não foi levantada em uma “catedral” como expressão de arte, mas sua morte se deu no lixão em Jerusalém (gólgota), no meio de dois ladrões, sim! Os mesmos ladrões a respeito dos quais alguns flertes políticos contemporâneos dizem: “Ladrão bom é ladrão morto”. Jesus foi crucificado onde os soldados jogavam e os cínicos zombavam, um local cosmopolita, em meio à diversidade étnica, representada nos três idiomas cravados na sua cruz para anunciar o evento de sua morte. Por isso viveu e para isso morreu e, por tudo isto reviveu!! Devemos lembrar que, tanto a manjedoura, quanto o túmulo, estão vazios, mas o trono não! Qualquer um em sã consciência que tente se livrar deste estigma do crucificado, à semelhança de Judas, é traidor moderno de sua mensagem. Feliz páscoa!!  Autor Pr. Thiago Monteiro. pr.thiagomonteiro

Pense certo

Viva melhor Não olhe para onde você ja esteve,olhe para onde você pode ir. Mike Murdock Viva melhor Não olhe para onde você ja esteve,olhe para onde você pode ir. Mike Murdock

O Cristão como uma Palmeira

A Bíblia apresenta os perigos e ameaças de não resistir as armadilhas. Como com os pássaros essas armadilhas ou matam ou escravizam e vão de uma certa forma interferir diretamente no Cristão, impedindo que este viva uma vida com propósito. A Bíblia fala: O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano. A Bíblia apresenta os perigos e ameaças de não resistir as armadilhas. Como com os pássaros essas armadilhas ou matam ou escravizam e vão de uma certa forma interferir diretamente no Cristão, impedindo que este viva uma vida com propósito. A Bíblia fala: O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano.   Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus.  Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos, Salmos 92:12-14. O que aprendemos com o cedro e a palmeira:    1) Permanece de pé em circunstâncias, desfavoráveis. 2) Cresce devagar, mas chega a atingir a altura de até 40 metros, nos primeiros três anos de vida, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta cresce cerca de cinco centímetros, somente a partir do quarto ano é que a árvore começa a crescer. 3) Suporta ventos e calor. 4) Suas raízes profundas buscam água nos lençóis freáticos e por isso ele não depende de chuva.  5) A palmeira adquiri os nutrientes que a mantêm com vida dentro dela mesmo.  6) Produz fruto durante muitos anos e em lugar seco e seu cacho pode dar mais de 200 frutos. 7) A palmeira é símbolo de beleza. 8) Frutos, tronco, folhas e a raiz é útil. 9) A palmeira não aceita enxertos.   10) é símbolo de triunfo – João 12.13 – Apocalipse 7.9. 11) mais não resiste ao frio muito forte. 3.3. A palmeira e a unha do diabo No nordeste Brasileiro temos também a palmeira, segundo o Wikipédia a carnaúba (Copernicia prunifera), também chamada carnaubeira e carnaíba. É uma palmeira, da família Arecaceae, endêmica do semiárido da Região Nordeste do Brasil. É a árvore-símbolo do estado do Ceará, conhecida como “árvore da vida”, pois, oferece uma infinidade de usos ao homem. Porém, esta arvore tão útil está ameaçada de morte pela unha do diabo. A unha do diabo foi trazida para o Brasil para fins ornamentais, porém, ao passar dos anos e com a adaptação muito fácil ao clima, a unha-do-diabo se tornou uma vilã para a fonte de renda imprescindível na vida do sertanejo. A unha do diabo planta, aparentemente inofensiva é ótima para paisagismo, decoração, além de favorecer um ótimo sombreamento. Excêntrica e nociva, a unha-do-diabo cresce, floresce e fecha os espaços muito rapidamente, ocasionando, principalmente, o sufocamento da carnaúba, impedindo sua fotossíntese e levando a planta à morte. “Palmeira, cuidado com a unha do diabo”.

Moral na Bíblia

Como cristãos, precisamos compreender, à luz das Escrituras, o que é a verdadeira moralidade. A Bíblia nos ensina que a moral genuína é fruto de um coração transformado por Deus — um coração nascido de novo. O salmista Davi expressa esse clamor em Salmos 51:10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.” O apóstolo Paulo também nos orienta sobre essa transformação interior em Romanos 12:2: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Essa moralidade, que vem de Deus, traz paz ao coração e às emoções. Ela não nasce apenas do esforço humano, mas de uma nova natureza espiritual, gerada em Cristo. Deus é a Fonte da Verdadeira Moral Desde o princípio, fomos criados à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26), e essa imagem é essencialmente moral e relacional. Deus é a fonte do bem, da justiça, do amor e da compaixão. A Bíblia descreve o amor de Deus como sendo mais profundo que o amor de uma mãe, conforme Isaías 49:15: “Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” Uma Imagem Distorcida de Deus Infelizmente, muitas pessoas constroem uma imagem errada de Deus — como se Ele fosse mal, cruel e rígido, sempre pronto a punir e exigir milhares de intercessores para não destruir o ser humano. Essa não é a interpretação bíblica correta. Deus é, sim, justo e santo, mas também é cheio de graça, misericórdia e longanimidade. O próprio Cristo é o maior exemplo de que Deus quer se aproximar do ser humano, e não afastá-lo.

A maior necessidade humana

O século XIX foi marcado por um otimismo sem precedentes na história. Foi o auge do racionalismo e das evoluções científicas e tecnológicas. Muitos acreditavam que, graças a esses avanços, o mundo estava se tornando cada vez melhor. No entanto, a realidade mostrou-se bem diferente. Hoje, crianças morrem todos os dias de fome, sendo essa a principal causa de morte infantil no mundo — um número estimado em 13.700 mortes por dia. Em apenas um mês, esse número ultrapassa o total de mortos no tsunami de 2004. Napoleão teria dito certa vez: “Na guerra, Deus está do lado dos que têm menos armas.” Além da fome, enfrentamos inúmeras outras calamidades sociais: terrorismo, tráfico de drogas, suas consequências devastadoras, entre outros males. Isso tudo nos mostra que, apesar das conquistas da ciência, o maior problema da humanidade não é científico nem tecnológico, mas moral. A AIDS, por exemplo, tornou-se a maior pandemia da história moderna — não por falta de avanços médicos, mas por escolhas humanas. Os Dez Mandamentos não são artefatos religiosos antigos, como muitos afirmam. São, na verdade, um conjunto de sabedoria prática capaz de oferecer soluções reais, em tempo real, para os dilemas humanos. Eles não pertencem a um museu — são princípios racionais e atemporais, úteis para o cotidiano. Na prática, esses princípios geram uma vida mais equilibrada, justa e bem-sucedida. E temos a certeza de que eles continuam válidos porque seus resultados são imediatos e satisfatórios. Ainda assim, muitos preferem ouvir especialistas dizerem aquilo que a Bíblia já afirma há 4.000 anos — muitas vezes porque é difícil acreditar que Deus realmente não errou em Sua Lei.

Código de Valores de Deus

A promulgação da Lei aconteceu três meses após a saída do Egito, aos pés do monte Sinai (Êxodo 19:1-3). Naquele local, o povo permaneceu por cerca de um ano (Números 10:11-12). A manifestação sobrenatural descrita em Êxodo 19:9 teve o propósito de fortalecer a autoridade de Moisés e dar autenticidade e autoridade à Lei (Êxodo 20:22). Deus, no entanto, queria conceder ao povo uma liberdade verdadeira. Para isso, era necessário que eles abandonassem a influência do Egito, que por tantos anos moldou sua forma de pensar e viver. É nesse contexto que entra o código de valores de Deus, revelado em Sua Lei — um código que confrontava diretamente os valores egípcios. A Lei de Deus não necessita de reforma nem de atualização. Ela é perfeita. Ela é útil para nos mostrar qual é a vontade de Deus. Nenhum dos Dez Mandamentos foi alterado ou cancelado. Se isso tivesse acontecido, a Lei deixaria de ser perfeita. A Lei de Deus é a expressão do Seu caráter.Deus é santo, e a Sua Lei também é santa.

A Lei de Deus é Perfeita

Davi e Paulo concordam que a lei de Deus é perfeita e eterna. Veja o que dizem as Escrituras: “Assim observarei de contínuo a tua lei, para sempre e eternamente.”Salmos 119:44 “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.”Romanos 7:12 “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos.”Salmos 19:7-8 Os Dez Mandamentos tinham o propósito de garantir e manter a liberdade que os israelitas acabavam de conquistar. Eles haviam passado 430 anos sob a influência de uma filosofia e cultura escravizante. Por isso, era difícil para eles se verem verdadeiramente livres — não apenas da escravidão física, mas também da escravidão mental, que ainda exercia autoridade sobre eles mesmo após deixarem o Egito. Uma autora, ao comentar sobre educação, afirma que fenômenos como o “Baleia Azul”, o alistamento de jovens para o terrorismo, e a influência dominante sobre nossos jovens e adolescentes, são exemplos contemporâneos de submissão humana a uma autoridade tirana — muitas vezes favorecida pela ausência da autoridade paterna.

As Vantagens da Leitura

Estamos vivendo um momento difícil com a quarentena, e nada melhor do que refletirmos sobre o quanto a leitura faz bem. O texto a seguir, retirado de um folheto, mostra algumas das vantagens da leitura. Para aqueles que ainda não acham graça em ler, deixamos aqui boas razões para mudar de opinião. As vantagens de transformar a leitura em um hábito diário são muitas: 1. Faz o cérebro trabalharO cérebro precisa de exercício para funcionar em sua plena capacidade, e a leitura ajuda a mantê-lo ativo e ágil. 2. Aumenta o conhecimentoTudo aquilo que lemos é catalogado pelo cérebro como novas informações. Mesmo quando algo não parece muito relevante, é provável que, em algum momento da vida, venha a ser útil. 3. Exercita a memóriaEnquanto lemos um livro, precisamos lembrar dos personagens, do enredo e dos contextos em que tudo acontece — um ótimo exercício para a memória. 4. Enriquece o vocabulárioA leitura coloca você em contato com novas palavras constantemente, e seu cérebro as registra naturalmente, ampliando sua capacidade de comunicação. 5. Desenvolve o pensamento críticoQuando você consegue desvendar um mistério antes do final do livro, é um sinal de que está desenvolvendo um pensamento mais ágil, analítico e crítico. 6. Reduz o estresseAo se envolver com uma história diferente da sua, você desvia o foco dos problemas e naturalmente reduz o nível de estresse.

O conhecimento de Deus

Deus é um ser “incognoscível” quando se trata do conhecimento pleno do seu ser e de sua essência. Como Ele é infinitamente incomparável, o homem jamais poderá esquadrinhá-lo e compreendê-lo como é, em sua essência e glória. “Eis que isto são apenas as orlas dos seus caminhos; e quão pouco é o que temos ouvido d’Ele! Quem, pois, entenderá o trovão do seu poder?” (Jó 26.14)

A carta aos Efésios e a oração de Paulo

Este curto material tem por propósito apresentar-nos a intercessão do apóstolo Paulo pela igreja de Deus que estava em Éfeso. Os pedidos quePaulo faz a Deus pela igreja muito nos ensina. A tentaremos para o texto de Efésios capítulo 1, do versículo 15 ao 18. Por isso também eu, tendo ouvido falar da fé no Senhor Jesus que há entre vós, e do vosso amor para com todos os santos, não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele, sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual é a esperança do chamado que ele vos fez, quais são as riquezas da glória da sua herança nos santos. (Efésios 1.15-18) Não vejo forma melhor de iniciarmos que não seja com as palavras do teólogo William Barclay: “Por consenso geral a Carta aos Efésios se localiza no plano mais elevado dentro da literatura devocional e teológica da Igreja primitiva. Foi chamada ‘A rainha das epístolas’, e com razão. Muitos sustentariam que nela alcança sua mais alta expressão do pensamento neotestamentário. Quando morria John Knox, já próximo a seu desenlace, o livro que com mais frequência lhe liam era os Sermões sobre a Carta aos Efésios de João Calvino. O grande poeta e filósofo Coleridge disse de Efésios que era ‘a mais divina composição humana’. E adicionava: ‘Abrange em primeiro termo aquelas doutrinas peculiares ao cristianismo e, logo, os preceitos comuns à religião natural’. Efésios é, sem dúvida, uma carta que tem um lugar próprio na correspondência paulina.” Hernandes Dias Lopes disse: A carta para os Efésios é a coroa dos escritos de Paulo. John Mackay, ilustre presidente do Seminário de Princeton em seus tempos áureos, considerou Efésios o maior e o mais amadurecido de todos os escritos paulinos. Willard Taylor, citando E. F. Bruce, diz que Efésios é a pedra de cobertura da estrutura maciça dos ensinamentos de Paulo. Mackay era de opinião que, de todos os livros da Bíblia, Efésios era o mais convincente para a situação atual, tanto da igreja como do mundo. Paulo escreveu essa carta no fim de sua vida, enquanto estava preso em Roma. Ele usa setenta palavras que não usou em nenhuma outra carta. Paulo tinha menos distrações, não estava viajando e tinha muito mais tempo para pensar na prisão. Isso explica por que muitos estudiosos se referem a essa carta como a “Rainha das Epístolas”, devido à sua linguagem expressiva e de alto nível. A cidade de Éfeso era uma das mais importantes na época. Aparece no Novo Testamento em Atos 18.19,24; 19.17,26; 1 Coríntios 15.32; 1 Timóteo 1.3; 2 Timóteo 1.18; 4.12; Apocalipse 2.1. A cidade estava localizada na Lídia, que, de acordo com os historiadores, era um reino além de antigo, muito poderoso, na Ásia Menor. Éfeso localizava-se na costa ocidental da Ásia Menor. De acordo com alguns historiadores, a cidade na época de Paulo tinha uma população estimada entre 200.000 a 225.000 habitantes, se encontrando entre Mileto e Esmirna. Cidade importantíssima do Império Romano. Paulo dedicou um bom tempo do seu ministério a esta igreja. “E, quando se encontraram com ele, disse-lhes: Vós bem sabeis como foi que me conduzi entre vós em todo o tempo, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade, lágrimas e provações que, pelas ciladas dos judeus, me sobrevieram.” (Atos 20.18-19) A ideia chave de Efésios é a reunião de todas as coisas em Jesus Cristo. Cristo é o centro em quem se unem todas as coisas e o laço que tudo liga. Observaremos as orações que Paulo faz por esta igreja, rogando a Deus que lhe conceda a sua preciosa graça. Essas orações têm detalhes preciosos que certamente nos ensinarão. Pr. Luiz Rodolfo – 14 de dezembro de 2023